quinta-feira, 22 de novembro de 2007

(P:23) Visita Técnica - Ouro Preto

A visita técnica do dia 10 de novembro foi para a cidade de Ouro Preto, fomos para fazer um trabalho de campo da disciplina Educação Patrimonial.
Na visita a proposta era de interação com os moradores de Ouro Preto para verificar qual é a prática, e suas relações com o patrimônio arquitetônico da cidade, nos dias de hoje.
Caminhamos pela cidade de Ouro Preto em grupos, antes teve um sorteio, meu grupo saio com o numero 7. Com isso teríamos que ir nas casas com final 7 para entrarmos, conhecermos as casas, os moradores, o modo de vida e de uso do espaço.
Entramos em algumas residências, todas elas do período colonial, e dentro deste universo. A primeira foi a residência de Dona Maria da Conceição uma senhora de idade e muito simpática, ela mora em um casarão enorme. Ela conhece e se relaciona com toda a vizinhança e seu maior passa-tempo é viajar com o grupo da terceira idade.
Em seguida, a próxima casa que merece destaque, é a república feminina onde reside a estudante de farmácia da UFOP chamada Natália, ela foi muito simpática e agradável, disse que não poderíamos entrar em sua casa, pois suas amigas ainda estavam dormindo, por causa da festa que teve na cidade. Curioso que esta estudante afirmou não gostar de morar na cidade, e que deseja se mudar assim que possível. De qualquer forma, o contato com ela nos lembrou que a cidade, é local de residência de inúmeros estudantes que, originários de diversas cidades, buscam Ouro Preto, por sua excelente universidade.
Para finalizar houve uma confraternização regada a diversas bebidas típicas da região com o professor Frederico Canuto.

“O turismo cultural deve ter uma relevância direta para a vida no mundo de hoje. Depois que o visitante se forem, deve-se perguntar-se, como resultado da visita, eles passaram a compreender melhor a relações entre gente e lugar, como as estruturas são construídas e sobrevivem, como artistas interpretam uma área e a vida em épocas passadas, como a dança e a música se desenvolvem em determinado lugar. Desafio é integração do patrimônio com a vida moderna, não apenas atingir uma meta de lazer, desvinculada da vida cotidiana do lugar.”

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

(P:22) Fotógrafo reúne imagens da natureza do Maranhão em livro


Uma das regiões mais bonitas e inexploradas do Brasil, Maranhão, foi fotografada e documentada no fantástico trabalho do fotógrafo alemão Christian Knepper. O livro Natural do Maranhão reúne 200 belas imagens que retratam o potencial natural do Estado e traçam um perfil comportamental da população maranhense.
Christian, radicado no Brasil há cerca de doze anos, não tem só o maior acervo de fotografias de lá: ele reúne um acervo ainda maior de histórias vividas para capturar estas imagens. As fotografias contemplam o litoral, o sertão e todo o interior maranhense, com informações sobre aspectos físicos, botânicos e zoológicos, além do registro das relações da população nativa com o meio ambiente.
O livro tem apresentação do escritor e poeta maranhaense Ferreira Gullar. A pesquisa e os textos são da jornalista Marilda Mascarenhas, há anos acompanhando o trabalho de Knepper.


http://www.terra.com.br/turismo/noticias/2002/12/11/000.htm

(P:21) Serra do Cipó vai se tornar referência em ecoturismo

Paisagens naturais únicas, cultura e história dão força ao destino da região central de Minas Gerais que quer atrair turistas de todo o Brasil e do mundoA Serra do Cipó, região que concentra cachoeiras e cânions, já é bastante conhecida dos mineiros. O local fica a 100 quilômetros de Belo Horizonte e mal consegue dar conta dos visitantes em busca de sossego, aventura e natureza. Agora, a região quer se preparar para atrair e receber bem visitantes de todo o Brasil e de outros países.Segundo estudo lançado pelo Instituto Estrada Real e elaborado pela consultora Megan Epler Wood, 90% dos visitantes vêm da própria região, 8% de outros estados brasileiros e apenas 2% de fora do Brasil.Agora, o estudo de mercado e o diagnóstico que são resultado da consultoria vão nortear os trabalhos em torno da Serra do Cipó nos próximos anos. "Trata-se de um nicho muito delicado, ligado a ecologia e aventura. O mercado é novo, envolve riscos e é ambientalmente sensível", afirma o coordenador do programa Rede de Empresas Turísticas da Estrada Real, Rodrigo de Aguiar.O destino, segundo o estudo, não está preparado para o mercado nacional e, entre os turistas estrangeiros, ainda não é capaz de competir com as praias do Nordeste. Sobra potencial, mas faltam produtos, serviços e infra-estrutura.A visitação média anual com pernoite é de 125 mil pessoas. O Parque Nacional da Serra do Cipó recebeu uma média de 13 mil turistas por ano entre 2001 e 2006. O destino tem 68% do fluxo de turistas concentrados em períodos de férias e feriados.A estratégia apontada é de fortalecer o Parque como principal indutor de organização e desenvolvimento do destino. A idéia é que ele sirva de base para desenvolvimento de produtos tanto para a comunidade local quanto para turistas internacionais. A área protegida também deve ser referência para práticas sustentáveis.Em seguida, pretende-se trabalhar áreas privadas selecionadas para que se tornem uma rede de produtos diferenciados e para que seus proprietários sejam parceiros na preservação dos corredores ecológicos. Depois dessas etapas, serão desenvolvidos produtos em toda a região, para qualificar a oferta.

Leia Mais: http://www.rotasonline.com.br/2007/10/1/Pagina1018.htm

(P:20) Investimentos ambientais dobram

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 1997 a 2002 o investimento da indústria em controle ambiental saltou 86,4%, para R$ 4,1 bilhões. Nelson Pereira dos Reis, diretor de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), acredita que a tendência se manteve nos últimos anos. "Aquelas empresas que já tinham investimento estão se estabilizando, mas aquelas que não, estão investindo. Diria que, nos últimos dez anos, esse investimento mais que dobrou".

(P:19) RESPONSABILIDADE AMBIENTAL

A responsabilidade ambiental é aplicável aos danos e aos riscos de danos ambientais quando decorrentes de atividades profissionais. Os danos ambientais são definidos como os danos diretos ou indiretos causados ao meio aquático, às espécies e ao habitat natural protegido.
Desastres causadores de poluição que chegam às manchetes dos jornais podem dar-se por várias causas, navios tanques que encalham, lixo nuclear mal classificado, produtos químicos que vazam em um rio, ou nuvens de gases tóxicos sopradas sobre cidades industriais. No entanto, eles têm algo em comum. São os resultados de alguma falha das operações. De alguma maneira, os procedimentos operacionais foram inadequados. Menos dramático a curto prazo, mas talvez com conseqüências mais importantes a longo prazo, é o impacto ambiental de produtos que não podem ser reciclados e processos que consomem grandes quantidades de energia, da mesma forma ambos são parte das responsabilidades mais amplas da administração da produção.
A boa notícia é que muitas empresas de maneira geral já começam a reconhecer suas responsabilidades ambientais, em resposta às pressões de legisladores, consumidores e da comunidade local. A má (ou pelo menos mais desafiadora) notícia é que os gerentes de produção, junto com aqueles que desenham produtos e serviços, devem encontrar soluções sensíveis às questões ambientais.
A responsabilidade ambiental é, portanto o desenvolvimento de uma consciência sustentável, isto é, quando percebemos que o mundo precisa arcar com suas ações ao meio ambiente e a humanidade.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

(P:18) Planeta Sustentável lança guia de etiqueta

O movimento Planeta Sustentável está lançando um guia com práticas diárias para tornar a vida mais saudável no planeta. O Manual de Etiqueta Sustentável trará 33 sugestões de ações no dia-a-dia que todos podem praticar e que têm um impacto importante se adotadas por um grande número de pessoas, explica Matthew Shirts, curador do Planeta Sustentável e um dos editores do Manual. Além das dicas, o manual traz uma linha do tempo que aborda o movimento ecológico e, também, a evolução da concentração do gás carbônico na atmosfera.
O guia será veiculado na edição de 17 de novembro da revista Veja e nas edições de dezembro das revistas Nova Escola, National Geographic e Cláudia. No total, serão distribuídos cerca de 2,5 milhões de exemplares do manual (impressos em papel durável e ecoeficiente). Além disso, a partir de terça-feira, dia 19, será disponibilizada uma versão digital do manual no site do Planeta Sustentável, com mais 17 idéias. Serão 50 dicas para enfrentar o aquecimento global e outros desafios da atualidade.

http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/noticias/62927_comentarios.shtml

(P:17) Anac sabia que BRA poderia quebrar

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já previa a quebra da companhia aérea BRA há muito tempo. A suspensão das operações, confirmada na última quarta-feira, foi desfecho esperado pela Anac há pelo menos três semanas, conforme reportagem publicada na edição desta sexta-feira do jornal O Globo. A Anac, no entanto, nada fez.
Segundo documentos revelados pelo Globo, técnicos das áreas de Segurança Operacional e Serviços Aéreos da Anac já haviam avisado ao então presidente da agência -- Milton Zuanazzi, que já deixou o cargo -- que a empresa quebraria se continuasse a vender bilhetes. Integrantes da própria agência confirmaram que esse aviso foi feito.
Com o aumento nas reclamações dos passageiros e suspeitas de falhas na manutenção dos aviões, a Anac aumentou a fiscalização nas operações da companhia. Mas a empresa não foi impedida de continuar vendendo bilhetes. Só as operações da BRA no exterior foram proibidas. Com a quebra, milhares de passageiros foram prejudicados.

Leia Mais: http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/noticias/62046_comentarios.shtml

(P:16) A proteção ambiental

A proteção ambiental tem em vista os reflexos destas atividades sobre outros seres humanos, pois o meio ambiente é um sistema formado por complexas e recíprocas interações entre os elementos naturais e os seres vivos.

"Art. 3º. Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por:

I - meio ambiente: o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida, em todas as suas formas;

II - degradação da qualidade ambiental: a alteração adversa das características do meio ambiente;

III - poluição: a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente:

a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetem desfavoravelmente a biota;
d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos;

IV - poluidor: a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental;

V - recursos ambientais: a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a flora."

(P:15) Responsabilidade Ambiental - VIVO

Impacto da VIVO no Meio Ambiente . Políticas e Procedimentos - criar o comprometimento de desenvolver e implementar uma política e procedimentos visando minimizar riscos e promover a sensibilização do público envolvido. . Gerenciamento de Resíduos - criar ferramentas para avaliar os resíduos gerados resultantes das operações da empresa e definir a forma mais adequada de coleta e destinação, bem como ações de minimização da geração. Contribuição da VIVO para o Meio Ambiente . Educação Ambiental - implementar campanhas e eventos internos e externos, visando a sensibilização ambiental dos colaboradores, clientes, comunidade e acionistas. Desenvolvimento da criatividade e percepção da gestão ambiental como fator de diferencial competitivo Comprometimento com a Comunidade e Governo. Emissões Eletromagnéticas – propiciar educação e informação à comunidade e participar das discussões dos aspectos legais junto aos órgãos reguladores e criar ferramentas para atualização de pesquisas técnicas sobre o assunto e cumprimento da Res. Anatel 303. Retrospectiva 2005: Dentre as principais ações adotadas pela Companhia destacam-se: . Recolhimento de baterias de celular nas lojas com o objetivo de conscientizar usuários sobre a importância deste recolhimento como uma atitude de preservação do meio ambiente. Também foi realizada a reciclagem de baterias de estação rádio base, cujo valor arrecadado foi doado ao Instituto VIVO para ser aplicado em projetos sócio-ambientais. Seguindo a mesma linha, a coleta seletiva de resíduos recicláveis nos prédios administrativos, vendidos pela empresa e o valor arrecadado doado a Instituições e Projetos Sócio-Ambientais.. A VIVO, através de sua Gerência de Meio Ambiente, tem buscado a integração de todos os departamentos internos com a questão ambiental, bem como a aplicação e expansão de seus programas ambientais em todas as regionais do país. Para tanto, iniciou, em junho, a Semana do Meio Ambiente, campanha direcionada para atingir estes objetivos, chamando-a de “I Semana Meio Ambiente VIVO – Gestão Ambiental no Mundo dos Negócios”. Esta semana inclui-se, a partir de então, no calendário de ações e campanhas internas da empresa. A Educação e o Marketing Ambiental são os principais instrumentos para a realização deste trabalho, juntamente com a colaboração das diversas áreas e pessoas das regionais.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

(P:14) O antigo x o moderno

Centro de Cultura e edifício comercial - Região central da cidade.

(P:13) :...Pôr-do-sol...:


Você já olhou para o céu hoje?

(P:12) Fundação o Boticário

A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Suas ações estão pautadas em ciência e na consciência de que esse é o caminho para a manutenção da vida na Terra.
O desafio da Fundação O Boticário é grande: proteger a natureza do Brasil, país que é considerado um dos maiores abrigos de vida do mundo, mas que enfrenta significativos desafios sócioeconômicos. O uso inadequado dos recursos naturais tem causado degradação, extinção de espécies e, conseqüentemente, diversos reflexos negativos ao equilíbrio natural.
Para alcançar sua missão de maneira mais efetiva, a Fundação O Boticário concentra suas atividades nas áreas protegidas do Brasil e nas atividades relacionadas à proteção de seu entorno. As áreas protegidas compreendem porções significativas de ambientes naturais, que abrigam ecossistemas únicos, espécies raras ou ameaçadas de extinção, asseguram a proteção de nascentes, mantêm belezas cênicas em seu estado original e, muitas vezes, também protegem importantes sítios do patrimônio arqueológico, cultural e histórico do país.
As ações da Fundação O Boticário são efetivas em áreas prioritárias para a conservação. A começar pela Floresta Atlântica, com a Reserva Natural Salto Morato, localizada em Guaraqueçaba (PR), considerada Patrimônio Natural da Humanidade em 1999, pela Unesco. Daí estendem-se para o entorno dessas áreas por meio do incentivo à conservação de terras privadas e do apoio a projetos de terceiros. E são complementadas de forma mais ampla, chegando ao centro urbano com a Estação Natureza, exposição interativa que sensibiliza para a conservação. Juntam-se à exposição, publicações, eventos e capacitação para fortalecer o setor conservacionista no Brasil.
A Fundação O Boticário pretende, com seu trabalho, implantar este ciclo em cada bioma brasileiro, salvando parte significativa do que temos de mais rico na natureza brasileira, ao mesmo tempo em que conscientiza a sociedade para a importância de preservar e celebrar a vida.

Leia Mais http://internet.boticario.com.br/portal/site/fundacao/

(P:11) Responsabilidade Social

As transformações sócio-econômicas dos últimos 20 anos têm afetado profundamente o comportamento de empresas até então acostumadas à pura e exclusiva maximização do lucro. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza; por outro lado, é bem sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas têm uma intrínseca responsabilidade social.
A idéia de responsabilidade social incorporada aos negócios é. portanto, relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem forçadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.

Leia Mais http://www.responsabilidadesocial.com/institucional/institucional_view.php?id=1

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

(P:10) Restrições para uso de Congonhas geram mudanças na malha aérea

A entrada no dia 01/10/07 das normas de restrição de uso do Aeroporto Internacional de Congonhas, em São Paulo, impostas pelo Tribunal Regional Federal e o cumprimento da Resolução 6 do Conselho Nacional de Aviação Civil, causou alterações no conjunto da malha aeroviária em todo o país. Além das mudanças para quem embarca habitualmente em Congonhas, houve dezenas de vôos com aterrissagem transferida para Guarulhos, o cancelamento de outra dezena de vôos habituais e mudanças de horários de embarque em muitas capitais do país.

A Resolução 6 tem impacto sobre as rotinas das empresas, pois na prática implica em readequar o tamanho das aeronaves e a consequente quantidade de assentos para o conjunto das linhas.

A resolução determina que os vôos partindo de Congonhas são limitados agora a uma distância máxima de 1 mil km e proíbe escalas ou conexões. Também limita a movimentação de aeronaves a 33 por hora nesse aeroporto. Em razão disso, vôos diários ou habituais de curta distância entre capitais de outras regiões foram eliminados, pois as empresas redistribuíram suas aeronaves por todo o sistema.

Todas as mudanças ocorrem simultaneamente por determinação das autoridades aéreas, segundo informou a Gol, por meio de sua assessoria de imprensa. A Gol eliminou de sua grade 38 vôos e alterou locais e horários de outros 57. Em Brasília, por exemplo, a empresa eliminou o vôo diário que partia às 22h10 para Tocantins, assim como o vôo dominical do início da tarde, para Salvador. Foram eliminados sete vôos do Rio de Janeiro para Congonhas, sendo três partindo do Galeão e quatro do Santos Dumont. Os vôos extintos abrangem 13 capitais.

A TAM, que é a maior empresa no segmento, não informou detalhadamente a quantidade de vôos alterados ou cancelados, mas segundo comunicado enviado à imprensa, informa que remanejou de Congonhas para Guarulhos todos os seus vôos para as regiões Norte e Nordeste e para Cuiabá e manteve em Congonhas vôos para 19 destinos.

Segundo o portal de comunicação da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), até o meio do dia foram registrados 17 atrasos e 30 cancelamentos no aeroporto de Congonhas, entre 140 vôos programados. Em Guarulhos, foram registrados nove cancelamentos e 11 atrasos em 134 vôos programados.

Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, os cancelamentos de hoje já são resultado da reestruturação dos aeroportos, embora incluam também outros avulsos.

As assessorias de imprensa das duas companhias informam que deflagraram antecipadamente serviços para contactar os passageiros com bilhetes reservados para informar das mudanças ou realocar vôos, mas em caso de dúvida recomendam telefonar para suas centrais de atendimento.

A Gol também colocou listas com as mudanças em seu site na internet.

http://www.voudemochila.com.br/com/news_view.php?id=479

(P:09) Governo lança pacote de turismo; setor vê timidez

O governo quer incentivar o turismo de idosos em períodos de baixa temporada usando o crédito consignado. A iniciativa anunciada no dia 04/09 pela ministra Marta Suplicy (Turismo) pretende aumentar a ocupação dos hotéis. Também foi divulgada a ampliação do programa de benefícios tributários para o segmento. O setor diz, porém, que as iniciativas serão insuficientes para reverter os estragos causados pela crise aérea.

O programa "Viaja Mais" foi lançado como um das principais iniciativas para o setor no segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Para a ministra, a ação vai permanecer "nos próximos governos, por várias décadas". A ação começa com vendas em São Paulo e Brasília e, segundo o governo, os pacotes já podem ser encontrados em agências de turismo.

Governo e operadoras prometem pacotes com preços mais baixos que a média. O desconto viria por causa das vendas na baixa estação. A maioria deve ter embarques entre agosto e meados de novembro ou entre março e junho.

Além do preço, o pagamento pode ser parcelado, com juros, em até 12 vezes, e a prestação, descontada no benefício da Previdência Social, o chamado crédito consignado. A modalidade já é usada pelas financeiras --que oferecem crédito pessoal-- e pelo varejo -principalmente de eletrodomésticos.

A concorrência não preocupa Marta: "Não queremos competir com os eletrodomésticos. Mas imagina se uma aposentada de 75 anos vai se lembrar de uma geladeira que comprou ou de uma grande viagem".

Em São Paulo, o governo acredita ser possível incluir até 800 mil novos viajantes aos 2,4 milhões de turistas paulistas com mais de 60 anos. Segundo Marta, esse grupo deixa de viajar atualmente porque não tem estímulo ou financiamento.

O presidente da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagem), João Martins Neto, elogia a iniciativa. "Vai ter impacto positivo, é uma ação inteligente. Mas não vai ser isso que vai cobrir os prejuízos" com a crise aérea.

Já o ministro Guido Mantega (Fazenda) anunciou medidas tributárias para o setor hoteleiro, como a devolução mais rápida de créditos. As medidas nessa área foram consideradas tímidas pelos hoteleiros. "Pedimos uma ajuda, mas só conseguimos tirar uns dois centavos da Receita Federal", disse o presidente da Abih (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Erardo da Cruz.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u325858.shtml

(P:08) Destinos Indutores do Turismo

O Ministério do Turismo (MTur), acaba de divulgar no dia 31/08 uma lista de 65 destinos, selecionados para servir de indutores do desenvolvimento turístico de suas respectivas regiões.
Os 65 destinos, escolhidos pela capacidade de atrair e distribuir um número significativo de turistas e dinamizar a economia do entorno, ganharão prioridade para receber investimentos técnicos e financeiros de forma a atingir um padrão de qualidade internacional até 2010.

Lista dos 37 destinos incluídos tanto pelo Programa de Regionalização do Turismo quanto pelo Brasil Azul:

Angra dos Reis
Aracaju
Aracati (Canoa Quebrada)
Armação de Búzios
Balneário Camboriú
Barreirinhas (Lençóis Maranhenses)
Belém
Curitiba
Fernando de Noronha
Florianópolis
Fortaleza
Gramado
Ilhabela
Ipojuca (Porto de Galinhas)
Jijoca de Jericoacoara
João Pessoa
Macapá
Maceió
Maragogi
Maraú
Mata de São João (Costa do Sauípe, Imbassaí, Praia do Forte)
Natal
Paranaguá (Ilha do Mel)
Paraty
Parnaíba (Delta)
Petrópolis
Porto Alegre
Porto Seguro (Arraial d'Ajuda, Trancoso, Caraíva)
Recife
Rio de Janeiro
Salvador
São Joaquim
São Luís
São Paulo
Teresina
Tibau do Sul (Pipa)
Vitória

http://www.brasilazul.com.br/noticias-de-turismo.asp

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

(P:07) Turismo Solidário chega a Minas

O site do Programa Turismo Solidário foi lançado em (22/11/06) durante a 17ª Feira Nacional de Artesanato. O evento foi em Belo Horizonte no Expominas, com expectativa de atrair 200 mil visitantes e mostrar os trabalhos de 15 mil expositores. Oito municípios e oito distritos de Minas Gerais caracterizados pelo baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foram selecionados e estão sendo preparados para receber turistas dispostos a compartilhar suas experiências e habilidades. Todos estão localizados nos vales do Jequitinhonha e Mucuri e na região Norte do estado, áreas mais carentes de Minas Gerais. Os interessados já podem se inscrever na Central de Reservas, a partir do site www.turismosolidario.com.br, e escolher entre as opções oferecidas. “O turista solidário se hospedará na casa de algum morador dessas cidades e deverá retribuir de alguma forma. O médico poderá fazer exames clínicos, o dentista poderá orientar sobre escovação e o arquiteto poderá dar noções de construção, por exemplo”, diz Grazielle Seabra Durães, coordenadora de Projetos de Estruturação do Turismo em Áreas Priorizadas do Ministério do Turismo. Segundo ela, foi feito um diagnóstico para identificar as necessidades desses municípios e de seus moradores. “Tudo isso está descrito no site”, diz. A experiência do Programa Turismo Solidário foi copiada de outros países e adaptada à realidade brasileira. Guarda semelhança com o antigo Projeto Rondon, que enviava grupos de estudantes de diversas profissões para regiões pobres do país. “É uma via de mão dupla. Além de contribuir para a melhoria das condições de vida, o turista poderá conhecer grutas, cachoeiras, rios, montanhas, vales e veredas e ter contato direto com um folclore peculiar, um artesanato mundialmente reconhecido e uma das mais saborosas culinárias do país”, diz Grazielle.

Leia Mais http://www.turismo.gov.br/

Análise:
O programa do turismo solidário é de grande importância para quem o faz e para quem recebe, ele combina o interesse do turista com o voluntariado e promove uma interação mais profunda entre eles e a população local.
A modalidade do turismo solidário permite que se tenha contato mais real com as pessoas do lugar. É uma experiência boa para todos.

Proposta:
Desenvolver uma interação com a populaçãos e os turistas. Promover oficinas educativas para a comunidade, palestras sobre saúde, drogas, sexualidade, auto-estima e relacionamento,etc. Propiciaram também a rua de lazer para a diversão da comunidade e turistas.

Links Relacionados:
www.turismosolidario.com.br
http://www.solidariedade.rs.gov.br/

(P:06) TURISMO E FOLCLORE - UM BINÔMIO A SER CULTUADO


Este livro traz um conteúdo rico em informações e em depoimentos, tornando-se um instrumento fundamental de auxílio e orientação para profissionais responsáveis pelo planejamento de novos roteiros turísticos com enfoque cultural.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

(P:05) Manifestações Folclóricas


A palavra folclore é de origem anglo-saxônica e foi criada por William John Toms. Folk - no sentido de povo - é o habitante de um habitat. Lore - no sentido de sabedoria - é a cultura na acepção de modo de vida, ou seja, as maneiras de pensar, sentir, agir e reagir de uma comunidade nas mais variadas situações. Ao longo da vida, os membros de uma comunidade acabam adotando hábitos, comportamentos e vivências que se tornam característicos e lhes conferem identidade própria. Antes mesmo de nascerem, os futuros bebês já começam a receber as primeiras influências desses costumes, que, na maioria das vezes, os acompanharão por toda a vida, até mesmo nos rituais fúnebres. Portanto, as manifestações folclóricas representam a cultura típica do povo de uma região.
O processo histórico e os aspectos físico-geográficos de uma região são fatores que influenciam a comunidade ali inserida na adoção de vivências que a diferenciam de grupos sociais que habitam outras regiões. Entretanto, é importante lembrar que os hábitos e atitudes típicos de um povo evoluem no tempo e no espaço, e podem também ser transculturados. Assim, as pessoas que saem de sua comunidade à procura de trabalho ou estudo levam consigo suas vivências para o novo destino e ali se adaptam sem perder a própria identidade cultural. A existência de várias irmandades de Nossa Senhora do Rosário, com suas guardas de congado, em diferentes bairros de Belo Horizonte, é um bom exemplo desse processo de transculturação.
Leia Mais http://www.descubraminas.com.br/cultura/hpg_manifestacao.asp

Análise:
Lendas, mitos populares, crenças, superstições, danças e práticas religiosas. Trata-se do Folclore, segmento da cultura popular brasileira que condensa uma série de ritos e tradições passadas de gerações para gerações.
É de grande importância para que as pessoas resgatem as tradições folclóricas. Lembrar das festas, das lendas, do congado, das manifestações que fazem parte da nossa história. E o turismo pode contribuir com isso.

Proposta:
É preciso divulgar mais as manifestações folclóricas em Minas Gerais. Poderia fazer uma semana de manifestações culturais com realizações de oficinas gratuitas, palestras, espetacúlos de danças, teatros, atrações musicais para que as pessoas tenham uma troca de experiências.
Links Relacionados:

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

(P:04) Escola Aberta: Educação, Cultura, Esporte e Trabalho para a Juventude

A iniciativa de lançar o Programa Abrindo Espaços a nível nacional pelo Governo Federal, como uma política pública, deu-se após negociação para expandir essa estratégia social de sucesso a todas as 27 unidades federais do Brasil. Inicialmente, o programa está sendo executado em 155 escolas públicas dos estados de Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais. Espera-se que o Programa beneficie mais de 200,000 pessoas até o fim do ano e até o final do Programa, que está previsto para 2007, mais de 1 milhão de brasileiros terão acesso a atividades esportivas, de lazer, arte e educação preventiva.
A iniciativa de expandir este Programa é conseqüência de esforço coletivo entre a UNESCO, o Ministério da Educação, o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério dos Esportes e o Ministério da Cultura: O Ministério da Educação e a UNESCO serão responsáveis pela coordenação do programa; o Ministério do Trabalho e Emprego oferecerá oportunidades de trabalho, através de seu Programa Primeiro Emprego, a 4500 jovens que trabalharem como monitores e dinamizadores do Programa; o Ministério dos Esportes fornecerá materiais esportivos e qualificará professores de educação física; o Ministério da Cultura tornará acessíveis oportunidades culturais aos jovens e suas famílias.

Análise:
Essa reportagem nos mostra uma iniciativa muito imporante ainda mais prás pessoas carentes.
É uma estratégia de inclusão social que prevê a abertura de escolas públicas, nos finais de semana.

Proposta:
Desenvolver oficinas e ações diversas, trabalhadas de maneira integrada, que contemplam atividades de estímulo à expressão oral, artística, de desenvolvimento físico, reforço escolar, de convivência e sociabilidade, cidadania, dentre outras, numa perspectiva de disseminação de uma cultura de não violência e de promoção da cidadania de adolescentes, jovens e da comunidade escolar.
http://www.unesco.org.br/areas/dsocial/destaques/progabrindoespacos/escolaabertajuv/mostra_documento

Links Relacionados:
http://criancaesperanca.globo.com/

terça-feira, 18 de setembro de 2007

(P:03) O Incentivo à Cultura

A retomada cultural no Brasil pode ser percebida também na música, na literatura e, mais importante ainda, em um extraordinário fenômeno de mídia, que reflete o interesse dos brasileiros pela produção cultural do País. Certamente, a revalorização das atividades dos museus e das artes plásticas - com exposições de pintura e escultura de artistas como Rodin, Miró, Monet e Maillol, sem esquecer a própria Bienal de Artes de São Paulo - são reflexos desse interesse, ao mesmo tempo em que o criam. Desde 1994, tais eventos atraíram a atenção de mais de 2 milhões de pessoas, deixando para trás a percepção tradicional que creditava o interesse pela linguagem plástica apenas a parcelas eruditas do público. Na realidade, essas mostras de extraordinária beleza e valor transformaram-se em manifestações culturais de massa, particularmente do público mais jovem, mostrando que o espaço está aberto para novas iniciativas semelhantes.Há, evidentemente, muitas outras manifestações interessantes e inovadoras acontecendo na cultura brasileira. Mas o que foi dito é suficiente para colocar em discussão um outro aspecto tão importante quanto inovador. Trata-se da questão do financiamento da cultura. Desde meados de 1995, o Governo Federal vem implementando, na área cultural, uma vigorosa política de parceria entre o Estado brasileiro, os produtores culturais e a iniciativa privada. Tal política se apóia na legislação de incentivo fiscal às atividades artísticas e culturais e permite, no caso do cinema, que os investidores privados deduzam 100% do que aplicam e, no caso das outras áreas culturais, entre 66 e 76%, dependendo da natureza das empresas, podendo-se chegar aos mesmo 100% para o caso das artes cênicas, música erudita e instrumental, livros de arte, acervos de museus, itinerância de exposições de artes plásticas e acervos de bibliotecas públicas. É uma política fiscal generosa e adequada pois, em função do conhecido déficit fiscal do Estado brasileiro e das enormes carências de recursos para áreas prioritárias, as empresas privadas são convidadas a se associarem ao Governo Federal e aos produtores culturais para garantirem o desenvolvimento da cultura. Com efeito, a partir de importantes reformas introduzidas em 1995 e 1996 na legislação de incentivo fiscal à cultura, e só a nível federal, onde o incentivo ocorre a partir de deduções no Imposto de Renda dos patrocinadores privados, o Governo atraiu investimentos que ultrapassaram os 180 milhões de reais nos dois primeiros anos de governo. E a atual política de financiamento da cultura está longe de se limitar apenas a estimular os investimentos privados na área. O Governo Federal reconhece que também lhe cabe papel fundamental no financiamento a fundo perdido da cultura, particularmente no que diz respeito às atividades que, pela sua natureza, não chegam ou não têm atrativo no mercado. Por essa razão, pela primeira vez em muitas décadas, aumentou-se em mais de 100% o orçamento do Ministério da Cultura de um ano para o outro, fazendo-o passar de R$ 104 milhões, em 1995, para R$ 212 milhões, em 1996.Além disso, através de suplementações orçamentárias e de um acordo inédito com o BID, ao final de quatro anos, em 1998, o Governo Federal aplicou quase 300 milhões de dólares no restauro de sítios históricos e na recuperação de áreas urbanas, em vários estados do País, onde há forte interação entre a cultura e partes do tecido urbano deteriorado ou em deterioração. Ainda, através de investimentos diretos, o Ministério da Cultura tem apoiado a recuperação de arquivos públicos, fomentado produções na área das artes cênicas, estimulado a renovação e a consolidação de orquestras sinfônicas e apoiado a reforma de museus, teatros e espaços culturais de diferentes naturezas. São todos sinais de que o Estado e a sociedade percebem, cada vez mais, a importância da cultura para a qualidade de vida das pessoas.Tal política de financiamento é adequada à realidade cultural brasileira? Para justificá-la, podemos mencionar algumas razões. O Brasil é um país de cultura extremamente rica e diversificada. A origem dessa característica está no peculiar processo de formação da sociedade brasileira, que, desde o seu nascimento no século XVI, recolheu a generosa contribuição de povos e etnias tão diferentes quanto os índios autóctones, os portugueses descobridores, os africanos feitos escravos e, depois, franceses, espanhóis, holandeses, italianos, japoneses, árabes e tantos outros que, como conquistadores ou aventureiros, vieram deixar a sua marca cultural aqui, acrescentando valores novos aos trazidos pelos pioneiros desbravadores.Tudo isso fez da cultura brasileira um formidável e curioso caleidoscópio, em que se mesclam raças e se misturam múltiplas concepções de vida, expressando uma enorme variedade de influências. O mais interessante, no entanto, é que toda essa diversidade não implica, ao contrário do que ocorre em algumas sociedades, conflitos ou exclusões de qualquer natureza em relação ao diferente, isto é, àqueles que expressam identidades culturais distintas. Ao contrário, uma das mais extraordinárias características da cultura brasileira está em seu caráter acolhedor e integrador. É um sinal de que, no Brasil, as diferentes origens do povo brasileiro servem para integrá-lo e não para excluí-lo ou dividi-lo.Por isso mesmo, é indispensável que a política de financiamento da cultura, no Brasil, seja vigorosa o suficiente para impulsionar o seu desenvolvimento e, ao mesmo tempo, capaz de assegurar a realização plena da riqueza e diversidade formadoras da sua matriz. Com efeito, o financiamento da cultura em países pluriculturais como este tem de ser tarefa de distintas fontes de financiamento: o Estado, os produtores culturais e as empresas privadas. Isso assegura tanto que o interesse público seja preservado, através da ação do Estado, como que a sociedade civil possa intervir no processo de criação artística, através de seus projetos e de seus investimentos.A política de parceria é o fundamento da atual política cultural que se baseia na essência da cultura brasileira, isto é, a sua riqueza e diversidade.
José Álvaro Moisés
http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=3720

(P:02) Mantega anuncia medidas para reduzir impostos no turismo

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou no dia 04/09/2007 medidas que vão diminuir os impostos pagos pelo setor hoteleiro. Uma delas é a redução da alíquota do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) de 10% para 5% sobre fechaduras eletrônicas de portas, muito usadas em hotéis.Mantega não informou, porém, em quanto essas medidas vão diminuir a arrecadação do governo (renúncia fiscal), nem o que representarão de ganho para o setor.Além disso, as empresas do setor poderão informar na declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica a depreciação acelerada (desvalorização de acordo com o tempo de uso) de bens móveis, reduzindo gradativamente o imposto a pagar.Ao participar do lançamento do programa "Viaja Mais - Melhor Idade", em Brasília, Mantega disse que o desempenho do setor está sintonizado com o crescimento econômico. "Esse crescimento está sendo estimulado pelo aumento do emprego e da renda. Está implicando o aumento da massa salarial, e depende também de aumento expressivo do crédito".Depois de afirmar que o país passa por um "processo de inclusão da população em atividades de consumo e lazer", Mantega lembrou que as medidas de desoneração não começaram agora e ainda não terminaram.Ele citou a redução de alíquota de Imposto de Renda retido na fonte nas remessas para o exterior destinadas à promoção de viagens de brasileiros e do custo de investimento no setor com desoneração de IPI para insumos na construção civil, o que beneficiou a construção de hotéis e outros empreendimentos turísticos.Mantega afirmou que o grupo de trabalho interministerial coordenado pela ministra do Turismo, Marta Suplicy, vai ouvir outras demandas do setor.Também participam do lançamento do "Viaja Mais - Melhor Idade" os ministros do Turismo, Marta Suplicy, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e da Previdência e assistência Social, Luiz Marinho.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u325600.shtml

(P:01) __O Profissional de Turismo__

O profissional de Turismo tem um país enorme para ser descoberto e preservado.Hotéis, restaurantes, agências, eventos, centros culturais... o profissional de Turismo atua em todas essas áreas."A profissão não está regulamentada, mas o mercado está exigindo um profissional de qualidade".O profissional de Turismo é quem planeja o que fazer para explorar o potencial de uma área e promover seu desenvolvimento. Precisa ser bem informado, criativo, falar idiomas.

__Links de Turismo Brasil__
República Federativa do Brasil - http://www.brasil.gov.br/
Ministério do Turismo - http://www.turismo.gov.br/
Ministério da Educação - http://www.mec.gov.br/
Embratur - http://www.embratur.gov.br/
Infraero - http://www.infraero.gov.br/
OMT - http://www.world-tourism.org/

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