sexta-feira, 21 de setembro de 2007

(P:07) Turismo Solidário chega a Minas

O site do Programa Turismo Solidário foi lançado em (22/11/06) durante a 17ª Feira Nacional de Artesanato. O evento foi em Belo Horizonte no Expominas, com expectativa de atrair 200 mil visitantes e mostrar os trabalhos de 15 mil expositores. Oito municípios e oito distritos de Minas Gerais caracterizados pelo baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foram selecionados e estão sendo preparados para receber turistas dispostos a compartilhar suas experiências e habilidades. Todos estão localizados nos vales do Jequitinhonha e Mucuri e na região Norte do estado, áreas mais carentes de Minas Gerais. Os interessados já podem se inscrever na Central de Reservas, a partir do site www.turismosolidario.com.br, e escolher entre as opções oferecidas. “O turista solidário se hospedará na casa de algum morador dessas cidades e deverá retribuir de alguma forma. O médico poderá fazer exames clínicos, o dentista poderá orientar sobre escovação e o arquiteto poderá dar noções de construção, por exemplo”, diz Grazielle Seabra Durães, coordenadora de Projetos de Estruturação do Turismo em Áreas Priorizadas do Ministério do Turismo. Segundo ela, foi feito um diagnóstico para identificar as necessidades desses municípios e de seus moradores. “Tudo isso está descrito no site”, diz. A experiência do Programa Turismo Solidário foi copiada de outros países e adaptada à realidade brasileira. Guarda semelhança com o antigo Projeto Rondon, que enviava grupos de estudantes de diversas profissões para regiões pobres do país. “É uma via de mão dupla. Além de contribuir para a melhoria das condições de vida, o turista poderá conhecer grutas, cachoeiras, rios, montanhas, vales e veredas e ter contato direto com um folclore peculiar, um artesanato mundialmente reconhecido e uma das mais saborosas culinárias do país”, diz Grazielle.

Leia Mais http://www.turismo.gov.br/

Análise:
O programa do turismo solidário é de grande importância para quem o faz e para quem recebe, ele combina o interesse do turista com o voluntariado e promove uma interação mais profunda entre eles e a população local.
A modalidade do turismo solidário permite que se tenha contato mais real com as pessoas do lugar. É uma experiência boa para todos.

Proposta:
Desenvolver uma interação com a populaçãos e os turistas. Promover oficinas educativas para a comunidade, palestras sobre saúde, drogas, sexualidade, auto-estima e relacionamento,etc. Propiciaram também a rua de lazer para a diversão da comunidade e turistas.

Links Relacionados:
www.turismosolidario.com.br
http://www.solidariedade.rs.gov.br/

(P:06) TURISMO E FOLCLORE - UM BINÔMIO A SER CULTUADO


Este livro traz um conteúdo rico em informações e em depoimentos, tornando-se um instrumento fundamental de auxílio e orientação para profissionais responsáveis pelo planejamento de novos roteiros turísticos com enfoque cultural.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

(P:05) Manifestações Folclóricas


A palavra folclore é de origem anglo-saxônica e foi criada por William John Toms. Folk - no sentido de povo - é o habitante de um habitat. Lore - no sentido de sabedoria - é a cultura na acepção de modo de vida, ou seja, as maneiras de pensar, sentir, agir e reagir de uma comunidade nas mais variadas situações. Ao longo da vida, os membros de uma comunidade acabam adotando hábitos, comportamentos e vivências que se tornam característicos e lhes conferem identidade própria. Antes mesmo de nascerem, os futuros bebês já começam a receber as primeiras influências desses costumes, que, na maioria das vezes, os acompanharão por toda a vida, até mesmo nos rituais fúnebres. Portanto, as manifestações folclóricas representam a cultura típica do povo de uma região.
O processo histórico e os aspectos físico-geográficos de uma região são fatores que influenciam a comunidade ali inserida na adoção de vivências que a diferenciam de grupos sociais que habitam outras regiões. Entretanto, é importante lembrar que os hábitos e atitudes típicos de um povo evoluem no tempo e no espaço, e podem também ser transculturados. Assim, as pessoas que saem de sua comunidade à procura de trabalho ou estudo levam consigo suas vivências para o novo destino e ali se adaptam sem perder a própria identidade cultural. A existência de várias irmandades de Nossa Senhora do Rosário, com suas guardas de congado, em diferentes bairros de Belo Horizonte, é um bom exemplo desse processo de transculturação.
Leia Mais http://www.descubraminas.com.br/cultura/hpg_manifestacao.asp

Análise:
Lendas, mitos populares, crenças, superstições, danças e práticas religiosas. Trata-se do Folclore, segmento da cultura popular brasileira que condensa uma série de ritos e tradições passadas de gerações para gerações.
É de grande importância para que as pessoas resgatem as tradições folclóricas. Lembrar das festas, das lendas, do congado, das manifestações que fazem parte da nossa história. E o turismo pode contribuir com isso.

Proposta:
É preciso divulgar mais as manifestações folclóricas em Minas Gerais. Poderia fazer uma semana de manifestações culturais com realizações de oficinas gratuitas, palestras, espetacúlos de danças, teatros, atrações musicais para que as pessoas tenham uma troca de experiências.
Links Relacionados:

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

(P:04) Escola Aberta: Educação, Cultura, Esporte e Trabalho para a Juventude

A iniciativa de lançar o Programa Abrindo Espaços a nível nacional pelo Governo Federal, como uma política pública, deu-se após negociação para expandir essa estratégia social de sucesso a todas as 27 unidades federais do Brasil. Inicialmente, o programa está sendo executado em 155 escolas públicas dos estados de Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais. Espera-se que o Programa beneficie mais de 200,000 pessoas até o fim do ano e até o final do Programa, que está previsto para 2007, mais de 1 milhão de brasileiros terão acesso a atividades esportivas, de lazer, arte e educação preventiva.
A iniciativa de expandir este Programa é conseqüência de esforço coletivo entre a UNESCO, o Ministério da Educação, o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério dos Esportes e o Ministério da Cultura: O Ministério da Educação e a UNESCO serão responsáveis pela coordenação do programa; o Ministério do Trabalho e Emprego oferecerá oportunidades de trabalho, através de seu Programa Primeiro Emprego, a 4500 jovens que trabalharem como monitores e dinamizadores do Programa; o Ministério dos Esportes fornecerá materiais esportivos e qualificará professores de educação física; o Ministério da Cultura tornará acessíveis oportunidades culturais aos jovens e suas famílias.

Análise:
Essa reportagem nos mostra uma iniciativa muito imporante ainda mais prás pessoas carentes.
É uma estratégia de inclusão social que prevê a abertura de escolas públicas, nos finais de semana.

Proposta:
Desenvolver oficinas e ações diversas, trabalhadas de maneira integrada, que contemplam atividades de estímulo à expressão oral, artística, de desenvolvimento físico, reforço escolar, de convivência e sociabilidade, cidadania, dentre outras, numa perspectiva de disseminação de uma cultura de não violência e de promoção da cidadania de adolescentes, jovens e da comunidade escolar.
http://www.unesco.org.br/areas/dsocial/destaques/progabrindoespacos/escolaabertajuv/mostra_documento

Links Relacionados:
http://criancaesperanca.globo.com/

terça-feira, 18 de setembro de 2007

(P:03) O Incentivo à Cultura

A retomada cultural no Brasil pode ser percebida também na música, na literatura e, mais importante ainda, em um extraordinário fenômeno de mídia, que reflete o interesse dos brasileiros pela produção cultural do País. Certamente, a revalorização das atividades dos museus e das artes plásticas - com exposições de pintura e escultura de artistas como Rodin, Miró, Monet e Maillol, sem esquecer a própria Bienal de Artes de São Paulo - são reflexos desse interesse, ao mesmo tempo em que o criam. Desde 1994, tais eventos atraíram a atenção de mais de 2 milhões de pessoas, deixando para trás a percepção tradicional que creditava o interesse pela linguagem plástica apenas a parcelas eruditas do público. Na realidade, essas mostras de extraordinária beleza e valor transformaram-se em manifestações culturais de massa, particularmente do público mais jovem, mostrando que o espaço está aberto para novas iniciativas semelhantes.Há, evidentemente, muitas outras manifestações interessantes e inovadoras acontecendo na cultura brasileira. Mas o que foi dito é suficiente para colocar em discussão um outro aspecto tão importante quanto inovador. Trata-se da questão do financiamento da cultura. Desde meados de 1995, o Governo Federal vem implementando, na área cultural, uma vigorosa política de parceria entre o Estado brasileiro, os produtores culturais e a iniciativa privada. Tal política se apóia na legislação de incentivo fiscal às atividades artísticas e culturais e permite, no caso do cinema, que os investidores privados deduzam 100% do que aplicam e, no caso das outras áreas culturais, entre 66 e 76%, dependendo da natureza das empresas, podendo-se chegar aos mesmo 100% para o caso das artes cênicas, música erudita e instrumental, livros de arte, acervos de museus, itinerância de exposições de artes plásticas e acervos de bibliotecas públicas. É uma política fiscal generosa e adequada pois, em função do conhecido déficit fiscal do Estado brasileiro e das enormes carências de recursos para áreas prioritárias, as empresas privadas são convidadas a se associarem ao Governo Federal e aos produtores culturais para garantirem o desenvolvimento da cultura. Com efeito, a partir de importantes reformas introduzidas em 1995 e 1996 na legislação de incentivo fiscal à cultura, e só a nível federal, onde o incentivo ocorre a partir de deduções no Imposto de Renda dos patrocinadores privados, o Governo atraiu investimentos que ultrapassaram os 180 milhões de reais nos dois primeiros anos de governo. E a atual política de financiamento da cultura está longe de se limitar apenas a estimular os investimentos privados na área. O Governo Federal reconhece que também lhe cabe papel fundamental no financiamento a fundo perdido da cultura, particularmente no que diz respeito às atividades que, pela sua natureza, não chegam ou não têm atrativo no mercado. Por essa razão, pela primeira vez em muitas décadas, aumentou-se em mais de 100% o orçamento do Ministério da Cultura de um ano para o outro, fazendo-o passar de R$ 104 milhões, em 1995, para R$ 212 milhões, em 1996.Além disso, através de suplementações orçamentárias e de um acordo inédito com o BID, ao final de quatro anos, em 1998, o Governo Federal aplicou quase 300 milhões de dólares no restauro de sítios históricos e na recuperação de áreas urbanas, em vários estados do País, onde há forte interação entre a cultura e partes do tecido urbano deteriorado ou em deterioração. Ainda, através de investimentos diretos, o Ministério da Cultura tem apoiado a recuperação de arquivos públicos, fomentado produções na área das artes cênicas, estimulado a renovação e a consolidação de orquestras sinfônicas e apoiado a reforma de museus, teatros e espaços culturais de diferentes naturezas. São todos sinais de que o Estado e a sociedade percebem, cada vez mais, a importância da cultura para a qualidade de vida das pessoas.Tal política de financiamento é adequada à realidade cultural brasileira? Para justificá-la, podemos mencionar algumas razões. O Brasil é um país de cultura extremamente rica e diversificada. A origem dessa característica está no peculiar processo de formação da sociedade brasileira, que, desde o seu nascimento no século XVI, recolheu a generosa contribuição de povos e etnias tão diferentes quanto os índios autóctones, os portugueses descobridores, os africanos feitos escravos e, depois, franceses, espanhóis, holandeses, italianos, japoneses, árabes e tantos outros que, como conquistadores ou aventureiros, vieram deixar a sua marca cultural aqui, acrescentando valores novos aos trazidos pelos pioneiros desbravadores.Tudo isso fez da cultura brasileira um formidável e curioso caleidoscópio, em que se mesclam raças e se misturam múltiplas concepções de vida, expressando uma enorme variedade de influências. O mais interessante, no entanto, é que toda essa diversidade não implica, ao contrário do que ocorre em algumas sociedades, conflitos ou exclusões de qualquer natureza em relação ao diferente, isto é, àqueles que expressam identidades culturais distintas. Ao contrário, uma das mais extraordinárias características da cultura brasileira está em seu caráter acolhedor e integrador. É um sinal de que, no Brasil, as diferentes origens do povo brasileiro servem para integrá-lo e não para excluí-lo ou dividi-lo.Por isso mesmo, é indispensável que a política de financiamento da cultura, no Brasil, seja vigorosa o suficiente para impulsionar o seu desenvolvimento e, ao mesmo tempo, capaz de assegurar a realização plena da riqueza e diversidade formadoras da sua matriz. Com efeito, o financiamento da cultura em países pluriculturais como este tem de ser tarefa de distintas fontes de financiamento: o Estado, os produtores culturais e as empresas privadas. Isso assegura tanto que o interesse público seja preservado, através da ação do Estado, como que a sociedade civil possa intervir no processo de criação artística, através de seus projetos e de seus investimentos.A política de parceria é o fundamento da atual política cultural que se baseia na essência da cultura brasileira, isto é, a sua riqueza e diversidade.
José Álvaro Moisés
http://www.amigosdolivro.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=3720

(P:02) Mantega anuncia medidas para reduzir impostos no turismo

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou no dia 04/09/2007 medidas que vão diminuir os impostos pagos pelo setor hoteleiro. Uma delas é a redução da alíquota do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) de 10% para 5% sobre fechaduras eletrônicas de portas, muito usadas em hotéis.Mantega não informou, porém, em quanto essas medidas vão diminuir a arrecadação do governo (renúncia fiscal), nem o que representarão de ganho para o setor.Além disso, as empresas do setor poderão informar na declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica a depreciação acelerada (desvalorização de acordo com o tempo de uso) de bens móveis, reduzindo gradativamente o imposto a pagar.Ao participar do lançamento do programa "Viaja Mais - Melhor Idade", em Brasília, Mantega disse que o desempenho do setor está sintonizado com o crescimento econômico. "Esse crescimento está sendo estimulado pelo aumento do emprego e da renda. Está implicando o aumento da massa salarial, e depende também de aumento expressivo do crédito".Depois de afirmar que o país passa por um "processo de inclusão da população em atividades de consumo e lazer", Mantega lembrou que as medidas de desoneração não começaram agora e ainda não terminaram.Ele citou a redução de alíquota de Imposto de Renda retido na fonte nas remessas para o exterior destinadas à promoção de viagens de brasileiros e do custo de investimento no setor com desoneração de IPI para insumos na construção civil, o que beneficiou a construção de hotéis e outros empreendimentos turísticos.Mantega afirmou que o grupo de trabalho interministerial coordenado pela ministra do Turismo, Marta Suplicy, vai ouvir outras demandas do setor.Também participam do lançamento do "Viaja Mais - Melhor Idade" os ministros do Turismo, Marta Suplicy, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e da Previdência e assistência Social, Luiz Marinho.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u325600.shtml

(P:01) __O Profissional de Turismo__

O profissional de Turismo tem um país enorme para ser descoberto e preservado.Hotéis, restaurantes, agências, eventos, centros culturais... o profissional de Turismo atua em todas essas áreas."A profissão não está regulamentada, mas o mercado está exigindo um profissional de qualidade".O profissional de Turismo é quem planeja o que fazer para explorar o potencial de uma área e promover seu desenvolvimento. Precisa ser bem informado, criativo, falar idiomas.

__Links de Turismo Brasil__
República Federativa do Brasil - http://www.brasil.gov.br/
Ministério do Turismo - http://www.turismo.gov.br/
Ministério da Educação - http://www.mec.gov.br/
Embratur - http://www.embratur.gov.br/
Infraero - http://www.infraero.gov.br/
OMT - http://www.world-tourism.org/

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