quinta-feira, 22 de novembro de 2007

(P:23) Visita Técnica - Ouro Preto

A visita técnica do dia 10 de novembro foi para a cidade de Ouro Preto, fomos para fazer um trabalho de campo da disciplina Educação Patrimonial.
Na visita a proposta era de interação com os moradores de Ouro Preto para verificar qual é a prática, e suas relações com o patrimônio arquitetônico da cidade, nos dias de hoje.
Caminhamos pela cidade de Ouro Preto em grupos, antes teve um sorteio, meu grupo saio com o numero 7. Com isso teríamos que ir nas casas com final 7 para entrarmos, conhecermos as casas, os moradores, o modo de vida e de uso do espaço.
Entramos em algumas residências, todas elas do período colonial, e dentro deste universo. A primeira foi a residência de Dona Maria da Conceição uma senhora de idade e muito simpática, ela mora em um casarão enorme. Ela conhece e se relaciona com toda a vizinhança e seu maior passa-tempo é viajar com o grupo da terceira idade.
Em seguida, a próxima casa que merece destaque, é a república feminina onde reside a estudante de farmácia da UFOP chamada Natália, ela foi muito simpática e agradável, disse que não poderíamos entrar em sua casa, pois suas amigas ainda estavam dormindo, por causa da festa que teve na cidade. Curioso que esta estudante afirmou não gostar de morar na cidade, e que deseja se mudar assim que possível. De qualquer forma, o contato com ela nos lembrou que a cidade, é local de residência de inúmeros estudantes que, originários de diversas cidades, buscam Ouro Preto, por sua excelente universidade.
Para finalizar houve uma confraternização regada a diversas bebidas típicas da região com o professor Frederico Canuto.

“O turismo cultural deve ter uma relevância direta para a vida no mundo de hoje. Depois que o visitante se forem, deve-se perguntar-se, como resultado da visita, eles passaram a compreender melhor a relações entre gente e lugar, como as estruturas são construídas e sobrevivem, como artistas interpretam uma área e a vida em épocas passadas, como a dança e a música se desenvolvem em determinado lugar. Desafio é integração do patrimônio com a vida moderna, não apenas atingir uma meta de lazer, desvinculada da vida cotidiana do lugar.”

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

(P:22) Fotógrafo reúne imagens da natureza do Maranhão em livro


Uma das regiões mais bonitas e inexploradas do Brasil, Maranhão, foi fotografada e documentada no fantástico trabalho do fotógrafo alemão Christian Knepper. O livro Natural do Maranhão reúne 200 belas imagens que retratam o potencial natural do Estado e traçam um perfil comportamental da população maranhense.
Christian, radicado no Brasil há cerca de doze anos, não tem só o maior acervo de fotografias de lá: ele reúne um acervo ainda maior de histórias vividas para capturar estas imagens. As fotografias contemplam o litoral, o sertão e todo o interior maranhense, com informações sobre aspectos físicos, botânicos e zoológicos, além do registro das relações da população nativa com o meio ambiente.
O livro tem apresentação do escritor e poeta maranhaense Ferreira Gullar. A pesquisa e os textos são da jornalista Marilda Mascarenhas, há anos acompanhando o trabalho de Knepper.


http://www.terra.com.br/turismo/noticias/2002/12/11/000.htm

(P:21) Serra do Cipó vai se tornar referência em ecoturismo

Paisagens naturais únicas, cultura e história dão força ao destino da região central de Minas Gerais que quer atrair turistas de todo o Brasil e do mundoA Serra do Cipó, região que concentra cachoeiras e cânions, já é bastante conhecida dos mineiros. O local fica a 100 quilômetros de Belo Horizonte e mal consegue dar conta dos visitantes em busca de sossego, aventura e natureza. Agora, a região quer se preparar para atrair e receber bem visitantes de todo o Brasil e de outros países.Segundo estudo lançado pelo Instituto Estrada Real e elaborado pela consultora Megan Epler Wood, 90% dos visitantes vêm da própria região, 8% de outros estados brasileiros e apenas 2% de fora do Brasil.Agora, o estudo de mercado e o diagnóstico que são resultado da consultoria vão nortear os trabalhos em torno da Serra do Cipó nos próximos anos. "Trata-se de um nicho muito delicado, ligado a ecologia e aventura. O mercado é novo, envolve riscos e é ambientalmente sensível", afirma o coordenador do programa Rede de Empresas Turísticas da Estrada Real, Rodrigo de Aguiar.O destino, segundo o estudo, não está preparado para o mercado nacional e, entre os turistas estrangeiros, ainda não é capaz de competir com as praias do Nordeste. Sobra potencial, mas faltam produtos, serviços e infra-estrutura.A visitação média anual com pernoite é de 125 mil pessoas. O Parque Nacional da Serra do Cipó recebeu uma média de 13 mil turistas por ano entre 2001 e 2006. O destino tem 68% do fluxo de turistas concentrados em períodos de férias e feriados.A estratégia apontada é de fortalecer o Parque como principal indutor de organização e desenvolvimento do destino. A idéia é que ele sirva de base para desenvolvimento de produtos tanto para a comunidade local quanto para turistas internacionais. A área protegida também deve ser referência para práticas sustentáveis.Em seguida, pretende-se trabalhar áreas privadas selecionadas para que se tornem uma rede de produtos diferenciados e para que seus proprietários sejam parceiros na preservação dos corredores ecológicos. Depois dessas etapas, serão desenvolvidos produtos em toda a região, para qualificar a oferta.

Leia Mais: http://www.rotasonline.com.br/2007/10/1/Pagina1018.htm

(P:20) Investimentos ambientais dobram

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 1997 a 2002 o investimento da indústria em controle ambiental saltou 86,4%, para R$ 4,1 bilhões. Nelson Pereira dos Reis, diretor de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), acredita que a tendência se manteve nos últimos anos. "Aquelas empresas que já tinham investimento estão se estabilizando, mas aquelas que não, estão investindo. Diria que, nos últimos dez anos, esse investimento mais que dobrou".

(P:19) RESPONSABILIDADE AMBIENTAL

A responsabilidade ambiental é aplicável aos danos e aos riscos de danos ambientais quando decorrentes de atividades profissionais. Os danos ambientais são definidos como os danos diretos ou indiretos causados ao meio aquático, às espécies e ao habitat natural protegido.
Desastres causadores de poluição que chegam às manchetes dos jornais podem dar-se por várias causas, navios tanques que encalham, lixo nuclear mal classificado, produtos químicos que vazam em um rio, ou nuvens de gases tóxicos sopradas sobre cidades industriais. No entanto, eles têm algo em comum. São os resultados de alguma falha das operações. De alguma maneira, os procedimentos operacionais foram inadequados. Menos dramático a curto prazo, mas talvez com conseqüências mais importantes a longo prazo, é o impacto ambiental de produtos que não podem ser reciclados e processos que consomem grandes quantidades de energia, da mesma forma ambos são parte das responsabilidades mais amplas da administração da produção.
A boa notícia é que muitas empresas de maneira geral já começam a reconhecer suas responsabilidades ambientais, em resposta às pressões de legisladores, consumidores e da comunidade local. A má (ou pelo menos mais desafiadora) notícia é que os gerentes de produção, junto com aqueles que desenham produtos e serviços, devem encontrar soluções sensíveis às questões ambientais.
A responsabilidade ambiental é, portanto o desenvolvimento de uma consciência sustentável, isto é, quando percebemos que o mundo precisa arcar com suas ações ao meio ambiente e a humanidade.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

(P:18) Planeta Sustentável lança guia de etiqueta

O movimento Planeta Sustentável está lançando um guia com práticas diárias para tornar a vida mais saudável no planeta. O Manual de Etiqueta Sustentável trará 33 sugestões de ações no dia-a-dia que todos podem praticar e que têm um impacto importante se adotadas por um grande número de pessoas, explica Matthew Shirts, curador do Planeta Sustentável e um dos editores do Manual. Além das dicas, o manual traz uma linha do tempo que aborda o movimento ecológico e, também, a evolução da concentração do gás carbônico na atmosfera.
O guia será veiculado na edição de 17 de novembro da revista Veja e nas edições de dezembro das revistas Nova Escola, National Geographic e Cláudia. No total, serão distribuídos cerca de 2,5 milhões de exemplares do manual (impressos em papel durável e ecoeficiente). Além disso, a partir de terça-feira, dia 19, será disponibilizada uma versão digital do manual no site do Planeta Sustentável, com mais 17 idéias. Serão 50 dicas para enfrentar o aquecimento global e outros desafios da atualidade.

http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/noticias/62927_comentarios.shtml

(P:17) Anac sabia que BRA poderia quebrar

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) já previa a quebra da companhia aérea BRA há muito tempo. A suspensão das operações, confirmada na última quarta-feira, foi desfecho esperado pela Anac há pelo menos três semanas, conforme reportagem publicada na edição desta sexta-feira do jornal O Globo. A Anac, no entanto, nada fez.
Segundo documentos revelados pelo Globo, técnicos das áreas de Segurança Operacional e Serviços Aéreos da Anac já haviam avisado ao então presidente da agência -- Milton Zuanazzi, que já deixou o cargo -- que a empresa quebraria se continuasse a vender bilhetes. Integrantes da própria agência confirmaram que esse aviso foi feito.
Com o aumento nas reclamações dos passageiros e suspeitas de falhas na manutenção dos aviões, a Anac aumentou a fiscalização nas operações da companhia. Mas a empresa não foi impedida de continuar vendendo bilhetes. Só as operações da BRA no exterior foram proibidas. Com a quebra, milhares de passageiros foram prejudicados.

Leia Mais: http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/noticias/62046_comentarios.shtml

(P:16) A proteção ambiental

A proteção ambiental tem em vista os reflexos destas atividades sobre outros seres humanos, pois o meio ambiente é um sistema formado por complexas e recíprocas interações entre os elementos naturais e os seres vivos.

"Art. 3º. Para os fins previstos nesta Lei, entende-se por:

I - meio ambiente: o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida, em todas as suas formas;

II - degradação da qualidade ambiental: a alteração adversa das características do meio ambiente;

III - poluição: a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente:

a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetem desfavoravelmente a biota;
d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos;

IV - poluidor: a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental;

V - recursos ambientais: a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos da biosfera, a fauna e a flora."

(P:15) Responsabilidade Ambiental - VIVO

Impacto da VIVO no Meio Ambiente . Políticas e Procedimentos - criar o comprometimento de desenvolver e implementar uma política e procedimentos visando minimizar riscos e promover a sensibilização do público envolvido. . Gerenciamento de Resíduos - criar ferramentas para avaliar os resíduos gerados resultantes das operações da empresa e definir a forma mais adequada de coleta e destinação, bem como ações de minimização da geração. Contribuição da VIVO para o Meio Ambiente . Educação Ambiental - implementar campanhas e eventos internos e externos, visando a sensibilização ambiental dos colaboradores, clientes, comunidade e acionistas. Desenvolvimento da criatividade e percepção da gestão ambiental como fator de diferencial competitivo Comprometimento com a Comunidade e Governo. Emissões Eletromagnéticas – propiciar educação e informação à comunidade e participar das discussões dos aspectos legais junto aos órgãos reguladores e criar ferramentas para atualização de pesquisas técnicas sobre o assunto e cumprimento da Res. Anatel 303. Retrospectiva 2005: Dentre as principais ações adotadas pela Companhia destacam-se: . Recolhimento de baterias de celular nas lojas com o objetivo de conscientizar usuários sobre a importância deste recolhimento como uma atitude de preservação do meio ambiente. Também foi realizada a reciclagem de baterias de estação rádio base, cujo valor arrecadado foi doado ao Instituto VIVO para ser aplicado em projetos sócio-ambientais. Seguindo a mesma linha, a coleta seletiva de resíduos recicláveis nos prédios administrativos, vendidos pela empresa e o valor arrecadado doado a Instituições e Projetos Sócio-Ambientais.. A VIVO, através de sua Gerência de Meio Ambiente, tem buscado a integração de todos os departamentos internos com a questão ambiental, bem como a aplicação e expansão de seus programas ambientais em todas as regionais do país. Para tanto, iniciou, em junho, a Semana do Meio Ambiente, campanha direcionada para atingir estes objetivos, chamando-a de “I Semana Meio Ambiente VIVO – Gestão Ambiental no Mundo dos Negócios”. Esta semana inclui-se, a partir de então, no calendário de ações e campanhas internas da empresa. A Educação e o Marketing Ambiental são os principais instrumentos para a realização deste trabalho, juntamente com a colaboração das diversas áreas e pessoas das regionais.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

(P:14) O antigo x o moderno

Centro de Cultura e edifício comercial - Região central da cidade.

(P:13) :...Pôr-do-sol...:


Você já olhou para o céu hoje?

(P:12) Fundação o Boticário

A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos, cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Suas ações estão pautadas em ciência e na consciência de que esse é o caminho para a manutenção da vida na Terra.
O desafio da Fundação O Boticário é grande: proteger a natureza do Brasil, país que é considerado um dos maiores abrigos de vida do mundo, mas que enfrenta significativos desafios sócioeconômicos. O uso inadequado dos recursos naturais tem causado degradação, extinção de espécies e, conseqüentemente, diversos reflexos negativos ao equilíbrio natural.
Para alcançar sua missão de maneira mais efetiva, a Fundação O Boticário concentra suas atividades nas áreas protegidas do Brasil e nas atividades relacionadas à proteção de seu entorno. As áreas protegidas compreendem porções significativas de ambientes naturais, que abrigam ecossistemas únicos, espécies raras ou ameaçadas de extinção, asseguram a proteção de nascentes, mantêm belezas cênicas em seu estado original e, muitas vezes, também protegem importantes sítios do patrimônio arqueológico, cultural e histórico do país.
As ações da Fundação O Boticário são efetivas em áreas prioritárias para a conservação. A começar pela Floresta Atlântica, com a Reserva Natural Salto Morato, localizada em Guaraqueçaba (PR), considerada Patrimônio Natural da Humanidade em 1999, pela Unesco. Daí estendem-se para o entorno dessas áreas por meio do incentivo à conservação de terras privadas e do apoio a projetos de terceiros. E são complementadas de forma mais ampla, chegando ao centro urbano com a Estação Natureza, exposição interativa que sensibiliza para a conservação. Juntam-se à exposição, publicações, eventos e capacitação para fortalecer o setor conservacionista no Brasil.
A Fundação O Boticário pretende, com seu trabalho, implantar este ciclo em cada bioma brasileiro, salvando parte significativa do que temos de mais rico na natureza brasileira, ao mesmo tempo em que conscientiza a sociedade para a importância de preservar e celebrar a vida.

Leia Mais http://internet.boticario.com.br/portal/site/fundacao/

(P:11) Responsabilidade Social

As transformações sócio-econômicas dos últimos 20 anos têm afetado profundamente o comportamento de empresas até então acostumadas à pura e exclusiva maximização do lucro. Se por um lado o setor privado tem cada vez mais lugar de destaque na criação de riqueza; por outro lado, é bem sabido que com grande poder, vem grande responsabilidade. Em função da capacidade criativa já existente, e dos recursos financeiros e humanos já disponíveis, empresas têm uma intrínseca responsabilidade social.
A idéia de responsabilidade social incorporada aos negócios é. portanto, relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e maior pressão por transparência nos negócios, empresas se vêem forçadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.

Leia Mais http://www.responsabilidadesocial.com/institucional/institucional_view.php?id=1